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Site atualizado em19/09/2017

FONTES SOB VÁCUO

- EI

- CI


FONTES A PRESSÃO ATMOSFÉRICA

- ESI

- APCI

- APPI


FONTES AMBIENTES

- DESI

​- Paper spray


                                                        Fontes de Ionização​

O requisito básico para que qualquer amostra possa ser analisada pela espectrometria de massas é que a amostra esteja na forma iônica, ou seja, é OBRIGATÓRIO que o analito seja um íon. Como este é o requisito primordial para que seja possível analisar uma amostra no espectrômetro, uma das partes fundamentais do equipamento é a presença de uma fonte de ionização, que tem por objetivo gerar esse íons na forma gasosa.


A escolha de cada tipo de fonte de ionização mais adequada para sua amostra vai depender de dois fatores principalmente: do tamanho da molécula e da sua polaridade. Nos subtópicos de "Fontes de Ionização" você poderá aprender um pouquinho mais sobre como cada uma funciona, as peças básicas presentes neslas e aplicações com exemplos do dia-a-dia.


Existem três grandes grupos de fontes de ionização: sob vácuo, a pressão atmosférica e ambiente. Estas foram as primeiras fontes desenvolvidas e, como o próprio nome sugere, as fontes sob vácuo estão submetidas a um vácuo e não podem ser abertas durante a análise. Já as fontes de pressão atmosférica (API), ao contrário das fontes sob vácuo, operam a pressão atmosférica. Ou seja, elas podem ser operadas e abertas com facilidade sem a necessidade de quebrar vácuo e elas foram desenvolvidas nos anos 80. O último grupo corresponde a fontes ambientes. Estas começaram a ser desenvolvidas recentemente (2005) e permitem que as amostras sejam analisadas no próprio ambiente desta. Em outras palavras, é possível realizar análises com pouco ou nenhum preparo de amostra colocando estas em aparatos simples na entrada do espectrômetro de massas.


Como existem mais de 50 diferentes tipos de fontes, vou focar nos principais. Acesse um dos links a seguir para aprender um pouco mais sobre cada uma